domingo, 7 de Fevereiro de 2010

O Museu do Prado no Google Earth



Aprecie um Velázquez ou um Rembrandt num local único e especial como o Museo do Prado. Para mais, porque não ir além do que o olho humano consegue ver? Agora, com a tecnologia do Google Earth poderá navegar por reproduções das obras primas do artista ou o envelhecimento do verniz. As imagens destas obras têm cerca de 14.000 milhões de pixeis, um nível de detalhe 1,400 vezes superior ao que obteríamos com uma câmara digital de 10 Megapixels. Adicionalmente, poderá ver as obras da colecção do Prado que não se encontram exposta, assim como uma espectacular réplica do museu a 3D.
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Viewing a Velasquez or a Rembrandt in a place like Spain's Prado museum is a unique experience. Now you can use Google Earth technology to navigate reproductions of the Prado's masterpieces, delving even deeper into the Prado's collection. In Google Earth, you can get close enough to examine a painter's brushstrokes or the craquelure on the varnish of a painting. The images of these works are about 14,000 million pixels, 1,400 times more detailled than the image a 10 megapixel digital camera would take. In addition, you'll be able to see a spectacular 3D reproduction of the museum.
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Admirer un Velasquez ou un Rembrandt dans un endroit comme le Musée Prado de Madrid est une expérience unique. Vous pouvez maintenant utiliser la technologie de Google Earth pour vous plonger au coeur des collections du Prado et en découvrir les chefs-d'oeuvres. Vous pourrez alors admirer les peintures dans leurs plus fins détails, jusqu'aux mouvements du pinceau ou la craquelure du vernis. La résolution des images est à peu près de 14,000 million de pixels, c'est-à-dire 1400 fois plus précise que ce que prendrait un appareil de 10 megapixels. Par ailleurs, vous pourrez découvrir une spectaculaire reconstitution en 3D du Musée Prado.
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Regocijarse frente a un Velázquez o un Rembrandt en un entorno como el Museo del Prado es algo único. Pero ahora, con la tecnología de Google Earth, podrás ir más allá y disfrutar de una experiencia diferente navegando por reproducciones de las obras maestras del Prado y viendo con todo detalle los trazos y pinceladas del autor o el craquelado del barniz. Las imágenes de estas obras tienen cerca de 14.000 millones de píxeles, un nivel de detalle 1.400 veces mayor que el que obtendríamos con una cámara digital de 10 megapíxeles. Además, en Google Earth, podrás ver una espectacular reproducción en 3D del museo con su ampliación.
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Ammirare un Velazquez o un Rembrandt in un luogo come il Museo del Prado è un’esperienza unica. Ora, grazie alla tecnologia di Google Earth, è possibile andare oltre: puoi navigare tra le riproduzioni dei capolavori del Prado osservandoli fin nei minimi dettagli, come il tocco delle pennellate o le crepe nella vernice. Le immagini di queste opere hanno una definizione di circa 14.000 milioni di pixel, ovvero circa 1.400 volte superiore rispetto a quella di una fotocamera da 10 megapixel. Inoltre su Google Earth potrai vedere una spettacolare riproduzione in 3D del museo.
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sábado, 2 de Janeiro de 2010

Ano Novo



sexta-feira, 25 de Dezembro de 2009

Sem esquecer a razão de ser deste dia



  

domingo, 13 de Dezembro de 2009

E-Books as Cultural Opportunities


image by Michał Poterek


This was the topic of a panel discussion held during Buch Wien 09, Austria’s international book fair, in mid November. In front of a surprisingly large audience at Vienna’s Exhibition & Congress Centre, Christian Jahl, head of Vienna’s Main Library, Walter Grond, and presenter Günther Kaindelstorfer, from ORF, discussed the following questions:

Is the e-book the book of the future? How will digitisation impact publishers, the book trade, and libraries? And how will it affect copyrighting? Will this new medium alter literature’s content and form?

Once again, something became clear: the question of ‘E-Books between Commercial and Cultural Opportunities’ is still a hotly disputed topic - and in the current spirit of optimism many are pleading its cause.



Fryderyk Chopin ~ Prelude No. 4 in E minor. Opus 28

sábado, 12 de Dezembro de 2009

Sombras

Pelas 21 horas iria aparecer. A actividade era regular, exceptuando o facto de várias pessoas estarem a comprar a sua última obra. Não havia auditório mas meia dúzia de mesas, que constituíam o café-bar, iriam dar conta do recado. À hora aprazada, obviamente, ele não estava. Lentamente iam chegando. Uns carregavam quase a sua obra completa, outros apenas a última. Uns estavam lá para o ver, outros para serem vistos. Uns eram verdadeiramente admiradores, outros meros caçadores, de autógrafos, de fotografias, do perfume da fama. Quando ele chegou formou-se uma espontânea e anárquica fila para receber os autógrafos (e as migalhas da sua atenção)

«Boa noite!»

«afectuosamente», escrevia invariavelmente antes de assinar.
Entretanto chegou um amigo que lhe trouxe novas da cidade e de outros amigos e conhecidos. A conversa com quem lhe estendia os livros era entrecortada com o diálogo com o editor e o amigo.

«Como está a Agustina?»

E a fila avançava lentamente. Um disse: "Está vermelho". "Ele é do Benfica", ouviu-se. "É mas é do tinto" sussurraram (sem necessidade, porque ele ouve mal)

«Júlia é um nome muito sensual»

Na fila havia quem se impacientasse, distinguiam-se bem os admiradores dos caçadores e destacava-se uma outra espécie, transversal, a dos que o olhavam como quem visita um animal raro no jardim zoológico.

«Escrevo o que quiser»

Uns davam uso ao telefone móvel relatando o número de pessoas na fila. Outros empurravam, inquietavam-se, não queriam perder pitada do seu vislumbre. Outros liam.

«Qual é o nome?»

Entre os flashes das fotos e o "posso dar-lhe um beijinho?" continuava as suas tarefas em simultâneo. "Está a fumar, e deixam-no!" "Claro, é um artista"

«Se vier aí a Nossa Senhora digam-lhe que eu não estou – disse ela»

Havia quem se deixasse ficar para o fim, para ter, talvez, um pouco mais de atenção. Outros mal obtinham o troféu, “sabe-se lá quanto tempo mais durará o velhinho”, saíam rapidamente ao encontro das suas vidas.

«Vinte cinco euros por um livro!? É demais!»

Hoje aqui, amanhã noutro sítio e depois noutro ainda. Percurso de fim-de-semana que a profissão exige: espalhar o traço,

«Que quer que escreva?»

deixar memória autógrafa, nas memórias dos que procuram extrair do homem o autor da obra.

«Boa noite!»

domingo, 6 de Dezembro de 2009

Brussels - December 2009


Royal Palace in Brussels


Draped in a blanket of fairy lights, Brussels must be Santa’s favourite place on earth in December. While you’re there, whizz around the nostalgic merry-go-round near Sainte- Catherine. Throughout December, Brussels hosts its annual Winter Wonders. The event features light and sound spectacles on the Grand Place, a Christmas market, and a merry-goround, ice-skating rink and big wheel at the Marché aux Poissons (http://www.plaisirsdhiver.be/).

Check out the Belgian Film Festival (17–20 December, http://www.filmbelge.be/). And you must eat at "le Martin Pêcheur" [Boulevard Brand Whitlock 100 http://www.lemartinpecheur.be], A longstanding confirmed brewery that, among other classics of the genre, offers rarities. Like a sailor "mézè" (sole, cod and prawns fried) to 16 euros, or vegetarian lasagna at 11 euros. Public of all ages. Terrace pleasant, despite the drawbacks of the junction, and partially heated.

sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Ravens and Plum Tree







Ravens and Plum Tree
"Important Cultural Property" of Kyoto National Museum

Since its founding in 1897, the Kyoto National Museum-located in the early capital of Japan with its long history and rich culture has enjoyed many visitors. The cultural arts that flourished here spread to the rest of Japan, creating artistic expressions often defined as "Japanese." In this sense, most of what is called Japanese art and culture are closely connected to Kyoto. It is, thus, my wish that our Museum, while taking root in this historical city, will continue its endeavor in presenting Japanese art.


Kenny G - Songbird

sábado, 28 de Novembro de 2009

SELF-PORTRAITS
















Kimiko Yoshida
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Michael Nyman - The Heart Asks Pleasure First

sábado, 21 de Novembro de 2009

The Little Girl Giant (Royal de Luxe)


Les Balayeurs du Désert ~ Decollage

domingo, 15 de Novembro de 2009

Велико Търново


Samovod Marketplace in Veliko Tarnovo, Bulgaria


Sebastien Tellier ~ La Ritournelle

sábado, 14 de Novembro de 2009

FlashForward

A drama about a blackout that gives the entire human population a quick glimpse six months into the future.


The Scientific Mind Behind FlashForward

Robert J. Sawyer has written 18 sci-fi novels, including FlashForward, which serves as the basis for a new ABC [AXN em Portugal y España] series. He says there's real science behind the show's plot


Promo


quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Seed: Science is Culture

The oldest known skeleton of a human-like primate was unveiled to the world. Nicknamed “Ardi,” the skeleton predates other fossil specimens by millions of years. But why exactly does Ardi matter to human origins?

Uncovering Ardi
SEEDMAGAZINE.COM


Michael Nyman - The Claim

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Itinerário da Vida de um Homem Comum


Itinerário da Vida de um Homem Comum é o nome da obra mais recente de Manuel de Lima Bastos - o vencedor do Prémio Literário da OA, em 2009. O lançamento do livro terá lugar no dia 10 de Novembro, pelas 18h30, no Salão Nobre da OA, em Lisboa.

A obra será apresentada por Vasconcelos Ferreira e pelo Bastonário A. Marinho e Pinto. O evento com a presença e intervenção de Aquilino Ribeiro Machado, filho do escritor Aquilino Ribeiro e 1º presidente eleito da Câmara Municipal de Lisboa após o 25 de Abril.

A ocasião permitirá ainda dar a conhecer o livro “À sombra de Mestre Aquilino” que deu a Manuel de Lima Bastos o Prémio Literário da OA, decisão fundamentada pelo júri na qualidade da escrita e pelo conhecimento e domínio da matéria tratada.

Manuel Lima Bastos está inscrito na Ordem dos Advogados desde 1977, exercendo advocacia na comarca de Santa Maria da Feira.

Fonte: O.A.


sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Europa somos nós

De entre os vários projectos europeus em que me tenho envolvido um dos mais interessantes é o de contribuir para a história privada da Europa através das memórias de cada um de nós, cidadãos europeus. Por isso deixo aqui o apelo a que participem neste projecto, que até tem um prémio, contribuindo com as vossas histórias ou as histórias de outros.



Quem e como

A participação está aberta a todos os cidadãos europeus, homens e mulheres de todas as idades e culturas, individualmente mas ou em grupo (escolas, associações, agências governamentais, empresas, etc.)

As histórias podem ser contadas na primeira pessoa, através de escritos autobiográficos, fotos, narração ou vídeo, ou, em alternativa, o participante pode recolher e contar histórias de outras pessoas.

Os temas propostos nesta segunda edição do concurso dividem-se em três áreas. Cada pessoa pode participar apresentando não mais de três histórias, uma por cada área temática (embora não haja limite para carregar histórias no arquivo digital).

Se escrever na primeira pessoa ou se contar uma história de outra pessoa, pode utilizar a forma escrita (texto), ou combinar escrita e fotografia, áudio notícias e vídeos. É também possível realizar pesquisas nos arquivos Europeus de documentos autobiográfica e históricos.


Temas da competição

Os temas propostos para esta segunda edição do concurso estão divididos em três áreas.

A - Experiências de pertencer à Europa

Um momento no tempo

Há momentos ou episódios da sua vida em que experimentou um sentimento de pertença à Europa? Pode ser uma viagem, reuniões, acontecimentos pessoais ou públicos... Como descreveria essa sensação?

Europa, numa fotografia

Escolha uma fotografia da sua vida para contar a sua experiência de fazer parte da Europa. Pode começar por escrever: "a olhar para esta fotografia ...".

Europa, num objecto

Escolha um objecto que re presente algo da sua experiência de se sentir parte da Europa e descreva a experiência relacionada com esse objecto.

B - Enraizamento Europa (pensamento diversidade)

Nesta secção do concurso queremos convidamos os cidadãos europeus a contar a sua história pessoal e experiências em geral, ou acontecimentos históricos, tradições e aspectos da cultura na vida quotidiana. Desta forma, propomos a todos os participantes uma visita pela Europa, procurando o que torna os cidadãos europeus diferentes, e que os tornam iguais na hora certa. Podemos talvez dizer: "Nós somos iguais, porque somos diferentes."?

Isto foi um estímulo narrativo. Agora pode iniciar a sua história a partir dele, ou criar uma nova.

Tradições vivas

Conte uma história pessoal sobre uma tradição ou um costume, do passado ou presente, que seja parte da identidade comunitária nacional ou local. Pode ser uma história tradicional, bem como uma dança, uma canção, um momento de participação popular e convívio. Que lições contidas nestas histórias ou eventos sente que ainda são válidas hoje?

Viajar na Europa

Muitas pessoas viajam pela Europa, de férias, em trabalho ou por necessidade... Muitas são também as experiências de migração da Europa para outros continentes (especialmente no passado), ou de outros continentes para a Europa ... Como é que a experiência de viajar na Europa, ou a partir de e para a Europa, mudou sua vida? De que forma mudou ou criou sua percepção da Europa?

A minha história na história europeia

Alguns acontecimentos históricos têm marcado grandes mudanças na Europa. Desde o final da segunda guerra mundial ao processo de criação da União Europeia, a queda do Muro de Berlim, o fim da "cortina de ferro" até Às méis recentes adesões à União Europeia por Estados europeus. Tente lembrar-se de ter experimentado esses momentos, e que mudanças produziram na sua vida especialmente nos últimos vinte anos... Na sua opinião, como é que esses eventos têm contribuído para criar um sentimento de identidade europeia?

C - Uma outra Europa é possível (em construção)

Experiências de compromisso social

Conte uma experiência de compromisso social para tornar possível uma outra Europa. Pode ser uma experiência de práticas alternativas em diferentes áreas em relação às lutas pela afirmação dos direitos humanos e da democracia: trabalho, economia de solidariedade, sem abrigo, as minorias, intercultura, religião, o diálogo político, ambiente, saúde, educação, justiça, paz, serviços públicos, participação, etc. Histórias em que estão envolvidos grupos, comunidades, organizações, instituições ou indivíduos; histórias que já aconteceram ou em curso, bem sucedidas, ou que não tiveram os resultados esperados, incluindo os que imaginava e que não foram totalmente realizados.

Experiências de Diálogo Intercultural

Encontro de culturas, religiões e em geral, a visão de um mundo inclusivo. As experiências narradas contribuirão para a recolha de propostas de boas práticas a apresentar a instituições europeias como sugestões concretas para acçãos a levar a cabo com vista ao reforço do diálogo cultural.

Texto: Tamanho do texto: é aconselhável um máximo de 15.000 caracteres, incluindo espaços, o que corresponde a cerca de 5 páginas (Times New Roman 12, entrelinha1,5)

Formatos digitais: PDF de preferência, caso contrário, ODF (Open Document Format, usado pelo Open Office), e o formato do Microsoft Word. Tamanho máximo do ficheiro: 10MB

Fotografia: Número de Fotografias: é aconselhado um máximo de 5 fotografias

Formatos digitais: PDF de preferência, caso contrário, ODF (Open Document Format, usado pelo Open Office) e outros formatos gerados pelo Open Office (como o Impress), Microsoft Word e Microsoft Power Point. Tamanho máximo do ficheiro: 15MB

Vídeo: Duração: é aconselhado um máximo de 10 minutos.

Formato digital: preferencialmente Flash (FLV), caso contrário, será possível fazer o upload do vídeo no YouTube e ligá-lo ao projecto website.
Tamanho máximo do ficheiro: 150MB (será eventualmente possível carregar vídeos mais longos, o que deverá ser especificamente solicitado).

Áudio: Duração: é aconselhado um máximo de 10 minutos.

Formato digital: de preferência formato MP3 ou formato Real Player.
Tamanho máximo do ficheiro: 15MB


Os trabalhos devem ser enviados à Associação VIDA (Av. das Cruzes 718, 4535-011 Lourosa, vida@viver.org) até 30 de Dezembro de 2009, pelo correio, por e-mail (vida@viver.org) ou através do site www.europeanmemories.eu

Os trabalhos serão publicado sob a licença “Creative Commons”




Yoko Kanno ~ Europe

domingo, 25 de Outubro de 2009

The Man Without a Shadow

La Increíble História del Hombre sin Sombra
con Hermanos Esteban Alenda / SOLITA Films

sábado, 24 de Outubro de 2009

El Thyssen, de Venus a David Beckham


LA ESPUMA DEL MAR
El nacimiento de Venus (1862)
óleo de Amaury-Duval

El Museo Thyssen-Bornemisza se halla en un antiguo palacio neoclásico, el Palacio de Villahermosa. El origen de este palacio se remonta a los planes urbanísticos de Carlos III, monarca de la Ilustración.

El Museo ofrece un recorrido por el arte, desde el siglo XIII hasta las postrimerías del siglo XX, a través de la Colección Permanente, Colección Carmen Thyssen-Bornemisza. La colección que alberga entre sus muros fue iniciada por el padre del actual barón Thyssen, quien proviene de una familia alemana de potentados de la industria pesada. El anterior barón Thyssen comenzó su colección a partir de los maestros primitivos alemanes, para ir extendiéndola progresivamente hasta que se vio en la necesidad de concentrarla en Villa Favorita. Este palacio-galería se cerró temporalmente hasta que en 1948 el actual barón la reabrió y amplió con magníficos ejemplos de arte contemporáneo que proporcionan un adecuado broche a la colección. Cuando se planteó el traslado de la colección a España, el palacio Villahermosa, cedido por el Estado español, fue restaurado y remodelado por la Fundación Thyssen, quien hizo el encargo al prestigioso arquitecto español Rafael Moneo, en 1992. La colección se compone de 775 cuadros, de los cuales 447 se catalogan como Maestros Antiguos (hasta el siglo XIX) y el resto como Maestros Modernos. Además, dispone de hermosas piezas escultóricas y diversos objetos suntuarios de gran valor. La colección se organiza en orden cronológico del siglo XIII al XX, agrupada por temas o por Escuelas, en itinerario descendente desde la tercera planta a la entrada, que dispone de servicios como aula de proyecciones, sala de conferencias, librería, etc.

Del 20 de Octubre del 2009 al 31 de Enero de 2010 el Museo Thyssen-Bornemisza y Fundación Caja Madrid exponen "Lágrimas de Eros". La íntima relación entre pulsión sexual e instinto de muerte -Eros y Thanatos- en las artes visuales es el tema de esta exposición, que toma prestado el título de un libro de Georges Bataille: Les larmes d'Éros e incorpora también algunas de sus ideas sobre el erotismo: la necesidad de la belleza, la tentación como prohibición y trasgresión, o la asimilación de lo erótico al sacrificio religioso. El escenario central de la muestra es la pintura y la escultura europeas del siglo XIX -Canova, Ingres, Delacroix, Millais, Moreau, Rodin...-, pero incluirá también alguna mirada atrás -principalmente hacia el Barroco, con Rubens o Bernini, entre otros- y hacia delante, como la presencia de temas eróticos del XIX en el surrealismo y su estela. Figuras y escenas que proceden tanto de la mitología clásica como de la tradición judeo-cristiana configurarán un recorrido a través de dos grandes apartados: "De la tentación al sacrificio", que abordará los indicios de muerte en la pasión erótica en representaciones como el Nacimiento de Venus, Eva y la serpiente, las Tentaciones de San Antonio o el Beso, y un segundo capítulo, "El sueño eterno", que tratará de mostrar el tema de la muerte o la agonía convertida en un trance similar al éxtasis amoroso, presente en temas como Apolo y Jacinto, Venus y Adonis, la Magdalena y la calavera o las "bellas suicidas" Cleopatra y Ofelia.


BECKHAM COMO ENDIMIÓN
'Vídeo de David Beckham' (2004)
Sam Taylor-Wood.

Reportaje de Julia Luzán: Los mil rostros del erotismo



Vicente Amigo - tres notas para decir te quiero

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Otoño

imagem retirada »daqui«

Ya saben que, con el asunto de la gripe A, nos están repitiendo hasta la saciedad que tenemos que lavarnos las manos a menudo y a fondo. Las farmacias están poniéndose las botas vendiendo esos líquidos desinfectantes que no necesitan aclarado, un producto que, por cierto, ha doblado su precio en los últimos meses (hay que ver lo rentable que es el miedo), y el otro día el Ministerio de Sanidad dijo que, para limpiarse bien, hay que estarse frotando durante el tiempo que tardas en cantar dos veces Cumpleaños feliz. Y el caso es que, desde que escuché esa recomendación, me ha estado obsesionando una imagen turbadora: veo venir unos meses duros y agobiantes con más desempleados cada día, pero, eso sí, todos musitando aplicadamente la simplona y alegre cantinela.

Verán, la ONU acaba de denunciar que cada vez hay más violaciones de niñas en las guerras. Además, la crisis económica galopa y corta el viento, pero, pese a las estrecheces, resulta que el comercio de armas sigue fenomenal en todo el planeta; por ejemplo, un país en vías de desarrollo como Brasil se acaba de gastar, de la mano de Lula (¡Lula!), 8.700 millones de euros en armas: para las máquinas de matar no hay recortes presupuestarios. Otrosí, por lo visto dentro de 30 años habrá desaparecido el hielo de los casquetes polares. Y, por último, en este mundo en el que se supone que no existe la esclavitud, hay 12 millones de trabajadores forzosos, verdaderos esclavos, por impago de deudas. Son sólo cuatro pequeñas pinceladas de la que está cayendo, dicho sea sin entrar en el territorio de lo patrio, que ya es para exiliarse. Y, mientras tanto, en la tristura de los fríos y la oscuridad y la gripe crecientes, nosotros venga a restregarnos las manos como posesos mientras canturreamos Cumpleaños feliz (dos veces) en los lavabos. Que tengan un buen otoño.

Rosa Montero
in
el pais


Vivaldi ~ quattro stagioni - "L'autunno"

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Al-Ħamrā

M. Zarza / el pais

The Alhambra (Arabic: الْحَمْرَاء‎, Al-Ħamrā, literally "the red one"), the complete form of which was Calat Alhambra (الْقَلْعَةُ ٱلْحَمْرَاءُ, Al-Qal'at al-Ħamrā, "the red fortress"), is a palace and fortress complex of the Moorish rulers of Granada in southern Spain (known as Al-Andalus when the fortress was constructed during the mid 14th century), occupying a hilly terrace on the southeastern border of the city of Granada.

About the palace
About the city



Narciso Yepes - Recuerdos de la Alhambra

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Há várias luas que esta algibeira não recebia conteúdo…

    so I wrote it all in a letter
    but I don't know if it came
    the nurse she likes my writings
    so she keeps it just like me
    so that it won't get away

    I won't be denied this time
    'fore I go out of my mind over matters
    got my foot on the ladder
    and I'm climbing up to the moon

    got a sky that looks like heaven
    got an earth that looks like shit
    and it's getting hard to tell where
    what I am ends
    and what they're making me begins

    I won't be denied this time
    'fore I go out of my mind over matters
    got my foot on the ladder
    and I'm climbing up to the moon

    Saturday in the yard
    they'll bring you by
    we'll lay down on the grass
    and watch as the sky closes in

    I won't be denied this time
    'fore I go out of my mind over matters
    got my foot on the ladder
    and I'm climbing up to the moon
    climbing up to the moon


The Eels - Climbing Up To The Moon



*posted from Велико Търново

sábado, 13 de Junho de 2009

closer




Trailer


Damien Rice - The Blower's Daughter




The Cranberries - I Miss You When You're Gone